impossível

Adoraria escrever em um blog em que as instruções fossem dadas na minha própria língua ou em alguma neolatina. Assim sendo, desisto, já que o mundo é ingles e, apesar da minha ancestralidade e do meu nome, não é  meu domínio.

DESISTO E ODEIO SER OBRIGADA A MUDAR UMA COISA QUE ME AGRADAVA POR OUTRA QUE NÃO ME AGRADA EM NADA!

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Olá, mundo!

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Nina Hagen – Jhonny

  Tentei colocar um vídeo da Nina Hagen cantando uma canção do Kurt Weil, mas não consegui. Falta-me experiência com a tecnologia avançada…

Citação

YouTube – Nina Hagen – Jhonny

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Lembranças provocadas pela Coleção Chico Buarque

Ouvindo o disco "Construção", do Chico, de 1971. Resolvemos fazer a coleção que está saindo nas bancas. O preço está ótimo e, finalmente, vou reunir em um lugar só, bolachões que se perderam nas muitas andanças da vida. Neste domingo lindo que está embelezando Floripa, imersa há algum tempo em nebulosidades e secura tóxicas, ouço a música, enquanto uma champanhezinha aguarda o peixe que será assado para o almoço e a memória faz uma festa. Em 71, montávamos no Teatro de Arena, na Teodoro Baima, "Doce América, Latino América", a primeira criação coletiva profissional brasileira. Boal estava exilado, tínhamos voltado do Festival de Nancy, a ditadura fazia devastações e respondíamos fazendo arte, nosso labor. Chico estava lançando seu disco e fazia um show no Canecão. Vim de S.Paulo, onde morava na época, para assistir. Já me interessava por Jung e a idéia de inconsciente coletivo começava a fazer parte do meu universo. O impacto do espetáculo foi enorme, como sempre foram todos e qualquer um que os geminianos amados, Chico e Bethânia, apresentavam:  sempre dava um jeito de assistir, bebendo da fonte generosa do talento deles. Durante toda a minha vida, talvez por conta da conjunção Lua e Saturno, tive dificuldades em expressar com clareza o que sentia ou pensava e percebo que até hoje nem sempre me faço entender. Nunca me esqueci da cena final em que entravam percussionistas no palco acompanhando Chico em "Deus lhe pague". Terminado o show, fomos cumprimentar o Chico no camarim do Canecão. Emocionada, falei-lhe da sincronicidade de nossos trabalhos, ele, no Rio e nós, em S.Paulo, unidos na expressão da angústia que a ditadura nos provocava. Não falei com simplicidade. A memória me conta que me embananei um pouco e ele me olhou com cara de paisagem. Fechei o cumprimento dizendo-lhe que não deixasse que lhe tirassem a alegria. Ele riu, respondendo que não estavam fazendo isso. 
Lembro da estréia para convidados do show do Chico e Miucha, no Flag, boate badalada do Rio. "Cálice" já estava proibida, acho eu, mas eles resolveram cantar assim mesmo, já que era uma platéia especial. Foi um escândalo febril! Dei um vexame sutilmente encoberto pela rapidez de ação de Marieta. Eu já estava bastante embalada por uísque, que era a bebida que tomávamos na época. Enquanto o show se desenrolava, comecei a passar mal e senti que não aguentaria ir até o banheiro. Me inclinei sobre a mesa e Marieta rapidamente, gritou: "No baldinho, no baldinho!" aproximando o balde de gelo da minha boca. Expeli todo o uísque ingerido e um garçom, seriíssimo, com presteza retirou o objeto. Que vexame!!! Todas as celebridades da época estavam presentes, incluindo meu primeiro empresário, Daniel Más, que tinha se tornado cronista social, estava sentado na mesa ao lado, todos espremidos na boate lotada! Ainda bem que o show empolgava a todos e não houve repercussão do que aconteceu comigo, a não ser uma gozação do próprio Chico, no dia seguinte, comentando em casa como tinha rolado o espetáculo… "Cálice" faz parte do primeiro disco da coleção.
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Clarice, sionismo, vinho, domingo

Neste domingo de tentativas de organização, vencida pelo mal-estar da gripe, tentando me soerguer com os fluidos do vinho, eis-me aqui, ao som de Luiz Melodia, depois de passar horas ouvindo a trilha escolhida pelo amigo Oswaldo para animar o jantar dançante que comemorará seus 60 anos. Estou impactada pela quantidade de integralistas que engrossavam as fileiras de Plinio Salgado nos anos 30. Este país sempre teve uma queda pela caretice, apesar da morenice, das bundas e barrigas de fora, do pseudo liberalismo moral. Sempre me impressiona a veemência com que os judeus denunciam a perseguição contra eles. Me pergunto: se é verdade que somos todos espelho, qual será o espelho desse povo? Me impressiona, também, a intenção de um povo, um pais inteiro decidido a ser mártir, como os afegãos. Onde se decidou isso? É uma decisão conjunta? E aqueles que caíram de gaiatos nesse propósito? São tantos os mistérios!
Estou lendo a biografia de Clarice Lispector, por Benjamim Moser. Literatura de excelente qualidade. O livro é escrito em inglês, traduzido para o português, a vida de Clarice é contextualizada e vai sendo mostrada através de seus escritos. Tive momentos de grande paixão por Clarice Lispector. Lembro do livro que ganhei de Marquinhos Passarinho Alvisi: "Felicidade Clandestina". Trabalhávamos em "O Último Carro", estávamos um pouco envolvidos. Havia um clima erotizado bem exacerbado nos ensaios, muitos machos e poucas fêmeas, todas no cio. Uma confidência: quando entrei no porão onde iríamos fazer a primeira leitura da peça, olhei aquela turma e fiz minha escolha. Quando se tem 30 anos, se está separando do primeiro grande amor, o corpo tece a receptividade e não há quem escape da rede de sedução que se estende e brilha em torno de nós. Ah, Paulão! Diogo, Pompeu, Anselmo (que recebeu de seu guia o conselho de não ir lá…), Rufo, quantas saudades! Que gente linda nós éramos! Quanta amor trocamos, quanto yogurte feito em casa! Haja delírios, muito bom, muita vida, troca, juventude! Tanto faz se nunca mais nos vimos, se o tempo passou, se nossas relações não renderam frutos palpáveis. E as memórias? Frustrações, insatisfações, e daí? Seguimos e pronto. Amo o que lembro do Anselmo, da Paula. Paulão é referência na minha vida, que Deus o tenha em sua glória. Lininha é minha amiga até hoje. Eliana, só não estamos mais próximas por questãos circunstanciais. O que vivenciamos está vívido. Isso é tudo, isso é o que é.
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Quarto ao luar, gatos ao vento

Gosto disso: entrar no quarto sem acender a luz e me deparar com o luar entrando pela janela. É um presente, como quando um beija-flor vem visitar o meu "jardim" urbano. Quando me tranferi da casa do Campeche para o apartamento em Coqueiros, trouxe a essência dele, do jardim: as minhas plantas mais queridas. Fui obrigada a me desfazer de algumas, por conta de uma alergia medonha, resultado de  intolerâncias alimentares. Foi duro. É um prazer olhar pro verde dentro de casa, prateleiras cheias de vasos, samambaias, violetas, tapetes, begônias, flores de maio. A natureza me acompanha nos cômodos, faço parte dela e ela, da casa. Sou orgulhosa do  jardim que criei no Campeche e do meu micro jardim aqui, ambos admirados pelas visitas. Não os criei para os outros. Fazem parte de mim, há uma troca, um estar junto. Chiquita, a gatinha que vive comigo, fica muito atenta quando rego as plantas, divide a tarefa, supervisionando, comportamento com que participa das atividades da casa. Qualquer barulhinho diferente, arrumação, digitação, ela se dá conta. E gosta muito de me fazer companhia quando assisto TV, instalada na minha barriga. Quando estou sentada ao computador, no escritório, ela se instala na cama e toma conta do que faço através do espelho da porta do quarto que reflete a mim e a ela, cada uma no seu canto, separadas, embora unidas pelo reflexo. Gosto disso: espelhos.
Mas, hoje, estou triste. Pela terceira vez, o resgate das gatinhas do Campeche foi frustrado. Tentamos uma vez, saímos arranhados, as gatas piraram e fugiram. Danilo, o jardineiro, tentou outra vez, conseguiu, mas houve problemas de comunicação, ele não me achou e devolveu as gatas ao seu habitat. Tentamos novamente, mas as duas correram, não deixavam que nos aproximássemos, ariscas. Será que gato tem livre arbítrio? Elas escolheram ficar na casa, mesmo sem comida, mesmo sem cuidados. Queríamos trazê-las para perto de nós, mas não houve jeito. Há quatro anos, quando me mudei, combinei com as pessoas que ficaram no Campeche cuidarem dos quatro gatos: Felisberto von Konenburg Pompom, Rúbia Peliroja Didascália, Zezefine Fissizeraldi Petinha, mas pode me chamar de Zezé, Lili est au lit. Eu lhes dava pensão alimentícia. Lili est-au-lit se encantou com as meninas vizinhas e quando elas se mudaram, foi junto. Era uma gata bailarina. Quando chegávamos em casa, ela se apoiava na parede e dava cambalhotas, inacreditável. Fazia poses incríveis! O casal cumpriu seu tempo e foi embora, deixando outra pessoa no lugar, que não tem condições de cuidar da Zezé e da Rúbia (Felisberto teve  problemas renais este ano e abandonou o planeta), daí íamos fazer a mudança delas para cá, sabendo que sentiriam muito a falta do espaço e o confinamento, mas estariam alimentadas, medicadas, cuidadas. Qual o quê. Desisto. Estou de luto. O que não tem remédio, remediado está, como dizia vovó. Gatos são espertos e de fome não morrerão. Ficarão no espaço delas, esperando a roda da fortuna girar. E eu, bom, sigo o exemplo que me dão e reúno material fotográfico para uma bela colagem que farei delas, em breve. Gosto disso: gatos.
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O mundo gira e a Lusitana roda. O tempo passa, corre-se daqui e dali, e… que bom estar de novo por estas bandas.
Há uma cruz no céu zodiacal. Espera-se com ela algum movimento, fechamentos de situações, liberações de energias represadas, alguma dor, catástrofes como convidadas de honra do momento, alegrias profundas, e o surgimento daquilo de melhor que temos dentro de nós. O tema é: ou muda, ou muda. Por amor, ou pela dor. A escolher.
Viver o presente é o grande desafio sufi, budista, kardecista. Entretanto, há quem se alimente do futuro. Eu, por exemplo. Não vivo sem projeto.  Seja ele profissional, espiritual, físico, afetivo, artístico. Assim como não vivo sem intimidade, nascida que sou no dia consagrado a ela. Por isso, me agrada tanto o ambiente exclusivo, aconchegante de uma pequena sala onde histórias são contadas. Não acredito que pudesse me sentir bem em um palco imenso, ao ar livre, sem possibilidade de olhar no olho do expectador. Taí, eis porque não sou uma estrela do rock! E olha que poderia ser uma! Descobri há muito pouco tempo que cantando ritmos mais agitados empolgo platéias. Chico Buarque acaba de perder uma intérprete de suas valsas. Já Sidney Magal… E viva La Gonga, festa-concurso-show promovidos por Zuleika Zimbabue, a mulher macaca! Escorpiana hiperbólica, adorável, com uma bela voz grave e uma irreverência seriíssima.
Amanhã, começa a palhaçada eleitoral. Candidatos vão a público mentir descaradamente para o povo, correndo alucinadamente para ganhar milhões e milhões às custas de gente que é levada a fazer parte da farsa seja por ignorância, seja por desespero de causa, seja por adesão criminosa à cobiça lançada na arena como os primeiros cristãos eram atirados aos leões no circo romano. Sem ilusões. Nenhum deles pensa no bem estar do povo. Nenhum deles quer deixar um legado do bem. Todos querem é se dar bem. No caso da maioria, se dar melhor ainda. Vomitivo.
A caravana passa, apesar do latido dos cães. Que permaneçam latindo. A merda sobe à tona. Os véus caem. E estamos todos sós. Alguns conseguem temporariamente se fazer acompanhar, temporariamente. Basta um sopro mais forte de vento e lá vamos nós, rodopiando por aí. Às vezes, pensando que temos um porto seguro, mera ilusão. Outras, curtindo loucamente o giro.  Ainda outras, tentando se agarrar às folhas das palmeiras até os dedos sangrarem. Compartilhar. O ar, a cor, o intangível. Até atingir o estado de ser, apenas. Um, outro, todos. Até atingir o estado essencial, profundo, divino. Talvez aí possamos perceber que não estamos mais sós, somos, somamos, sendo. Sem sangramento. Ao vento.
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chá entre amigas

Nada melhor do que um encontro entre mulheres em volta de uma bela mesa, repleta de guloseimas, em um lindo terraço cheio de plantas e passarinhos! Algumas delas não se viam há muitos anos, outras, há alguns meses e a energia fluiu entre risos e seriedades (não muitas). O fundo musical era Bach seguido de música chinesa, falou-se de trabalho, homens (pouco, não eram o foco da tarde), preferências musicais, livros, sáude, descobertas. Compartilhamos um Tarot para o ano, seguido de uma rodada de I-Ching, há muito por mim esquecido. Rimos bastante, aproveitamos do conhecimento de anos, tirando sarro umas das outras, comentamos viagens feitas, projetos de novos rumos, a tarde se tornou noite, a chuva caiu, nos despedimos da bela e sofrida Dalva de Oliveira, falamos dos atores, aprovamos a atuação de Adriana Esteves, que ousou romper com a regra "menos é mais", nos deixando felizes em ver sofrimento refletido em músculos que se movem! (Odeio atores alvares: as lágrimas escorrem, mas a expressão é nula, ou por botox ou por incompetência,  ou por "estilo"…) O marido da dona da casa, a bela, gentil e sensível Janete, se reuniu a nós, tomamos um licor de tamarindo, fumaram um cigarro chiquérrimo, Vogue, nos despedimos e lá fomos, rumo aos nossos leitos, reconfortadas pelo encontro, nutridas de oxitocina, contentes com a leveza do evento, planejando outros, mais frequentes, e visitas a terras distantes. Durmi super bem, acordei contente, reli o I-Ching, ouvindo Bach, agradecida. Como diz um compositor português: "a vida é feita de pequenos nadas"!
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domingo free!

O bom de cada um morar no seu apartamento, me refiro a casais casados que vivem em lugares separados, é que nos é permitida uma liberdade de ser que a dois fica mais difícil. Afinal, a gentileza: quer um pedacinho? vamos tomar um champagne? Como é que se manda o outro calar a boca, quando se está a fim de silêncio? Tem uma coisa que acho interessante, que é o fato de beber em cia. ou sozinho. Parece que há uma crença que beber sozinho é quase como um ofensa pública, é quase como uma declaração de ser alcóolatra. (Não me venham com essa história de alcóolico. Alcoólico é o teor da bebida. Alcóolatra é quem ama beber, venera o álcool, curte o estado extra sensorial que o álcool provoca.) Eu nunca tiva problema em beber sozinha.  Gosto de beber e estou me referindo à bebida alcóolica propriamente dita. Se for o caso, fico meses sem tomar uma gota de nada que contenha álcool, nem floral! Mas…. não me venham com um copinho, uma taça, moderação. Negativo. Moderação não é comigo. Sou over. Na comida, na bebida, no amor, na veemência com que defendo meus princípios. Tal pessoa é minha amiga, pronto, vou estar sempre ao lado dela, tomo partido, defendo, brigo com quem a ofende. (Vamos combinar, já perdi gente por conta disso). Aos poucos, o veú vai caindo. Odeio essa fase. Detesto sacar os defeitos dos amigos. Gosto de vê-los perfeitos, belos, sem máculas. Com a maturidade inevitável, aprendi a tolerar e deixar prá lá os riscos na perfeição da imagem, são gente que nem eu. Mas, queria falar não da minha devoção amical, mas do fato de curtir a solidão, curtir a própria companhia. É muito bom! É difícil acreditar que existam pessoas que odeiam ficar sozinhas, que estão sempre à procura de outras prá preencher o vazio que lhes apavora quando estão sós. Uma comidinha especial prá você mesmo, uma bebidinha em sua própria homenagem, uma música a ser ouvida em silêncio, sem comentários, um telefonema comprido com alguém com quem não se fala há séculos, uma arrumadinha naquela estante, um olhar pela janela, meditar sem interrupções, curtir aquela taça há tempos esquecida no armário por não ter par, ler até a bexiga reclamar, se mexer, fazer o que se tem vontade, sem se preocupar se o outro gostaria disso ou daquilo ou se os desejos se casam. Qual o problema em tomar um porre em sua própria companhia? Em consumir todo o espumante que sobrou das festas de fim de ano, assim, só por curtir? Qualquer um sabe tomar conta de si. Já sabemos que é preciso tomar água, que alcachofra ajuda a digerir os excessos, que comer é importante durante a ingestão do álcool, que sobrevivemos sem culpas aos excessos de hoje. E que amamos estar conosco mesmos. Que melhor companhia do que a nossa mesma? Afinal, convivemos conosco mesmos desde que nascemos! Por falar nisso, a taça esvaziou, está na hora de renovar o conteúdo. É servido? Feliz 2010!!!!!!!!
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costurando pontas soltas

Casei. De véu, de branco, na igreja. Casei com o homem com quem vivo há quase 20 anos. Já éramos marido e mulher diante da lei. Já éramos marido e mulher diante de um Mestre Sufi. Agora, somos marido e mulher diante de um altar católico, um padre especial, em dia especial. Casei no dia de N. Sra. da Conceição. Casei no dia da Senhora das Águas Doces, de quem sou filha e a quem respeito. Casei diante de pessoas amigas muito queridas. Casei ouvindo minha filha cantar meu amor pelo José. Casei ouvindo minha filha cantar o amor dele por mim. Casei ouvindo minha filha cantar a Ave Maria louvando a senhora do dia. Casei no dia 8 de dezembro, comemorando os 16 anos do casamento civil. Que festa memorável aquela! Desta vez, fomos mais discretos, mais intimistas, menos exuberantes, mas, não menos felizes. Contentes, muito contentes. Que é que me deu? Tenho algumas pistas. Aceitação é uma delas. Juntar pai e mãe é outra. Reunir a família da mãe e a do pai, outra. Resgatar a unidade interna é outra. Celebrar o amor é outra. Preparar uma nova vida, também. Pois é isso: casei.
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